Primeira impressão

Conhecer alguém novo pode ser estressante. As possibilidades podem ser infinitas. Auto questionamentos como: E se eles não rirem das minhas piadas? E se ele (a)  for um (a) psicopata? E se descobrirem meus pontos fracos? Bem, ótimas notícias: você na verdade faz uma primeira impressão melhor do que pensa!

A ciência da primeira impressão

No artigo The Liking Gap in Conversations: Do People Like Us More Than We Think?  pesquisadores tentaram descobrir quão bem as pessoas poderiam julgar suas próprias primeiras impressões. Para esse fim, eles compararam a primeira impressão que a Pessoa A percebeu sobre a Pessoa B – também conhecida como sua “meta-percepção” de interação com a primeira impressão real da Pessoa B.

Os pesquisadores descobriram que quando dois estranhos se conhecem, ambos pensam que gostam da outra pessoa mais do que a outra pessoa gostava dele.

A situação ocorreu em um laboratório controlado e trocaram gentilezas por cerca de cinco minutos, mas também aconteceu em situações mais orgânicas, quando estudantes universitários do primeiro ano estavam conhecendo seus colegas de quarto ou quando os participantes precisavam conhecer uns aos outros em projetos de sala

A tendência das pessoas em acreditar que estão causando uma primeira impressão pior do que realmente são,  denomina-se “lacunas de afeto” no qual aponta um dos autores do estudo.

“Foi persistente. Ela existia para mulheres e homens igualmente e continuava além da primeira conversa”

Um comentário

  1. […] para aprender uma língua nova, vem da pressão de um chefe, na possibilidade de causar uma boa primeira impressão em uma entrevista, numa promoção ou em alcançar um cargo almejado. Mas além de todos estes benefícios, existem […]

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